segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
Livros Salvadores
sábado, 6 de dezembro de 2025
Amizades aos Idosos
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
No Amor, ser Peso?
Amor, ah! o Amor!
Como ser bondosa, sem ser uma 'besta humana'?
Ser uma sobrecarregada é uma desvalorização da nossa sublime capacidade de amar, no sentido literal e amplo da palavra amor.
Antigamente, as mulheres eram assim, o tempo passou, tudo mudou. Claro que há homens que se deixam, como nós, escravizar também, apesar de serem em muito menor número.
Como chegar a um meio termo para que ambos não se sintam peso ao outro?
Só se sabe como chegar ao denominador comum, amando.
Não se pode desvalorizar o Amor e, consequentemente, o amado do nosso coração.
Se ocorrer fardo é porque um não aguenta tanto acúmulo de grosserias, desprezos, menosprezos, humilhações, abandonos súbitos fazendo com a outra parte se sinta a última pessoa do planeta e é preciso muito tempo (ou talvez nunca ocorrerá) à cura.
Sentir-se como extenuada é deplorável, a sobrecarga é desumana.
No amor bonito, a doação irrestrita é recompensada, as gentilezas são expressas em forma de cumplicidade e não há uma dilaceração do outro, a afinidade não deixa espaço a ser trambolho, peso desnecessário, se poupa o outro de tristezas ou se comove com a dor da outra parte do relacionamento, tudo se faz para minimizar tais disparates.
Claro está que os irracionais não têm noção de fardos, eles não minimizam dissabores.
Nós, humanos e sensíveis, sabemos perder a deixar o outro em maus lençóis.
Avoluma-se em carinhos e atenção de toda sorte, mas não se torna bagagem pesada.
Morre-se por dentro, mas deixa-se a outra parte livre para viver.
Se é consciente de que carregamento agressivo não faz bem.
Suporta-se tudo em nome do Amor.
O amor merece ser amado e não desprezado.
Seria uma afronta ao sentimento tão lindo, deixar o outro, abruptamente, sem que ele entenda as afrontas, as violências sem motivo como se vê nos noticiários de um modo em geral.
Amor gratuito e incondicional é sublimado.
Sé ele é assim, o resto é tudo, menos Amor.
Que pena é sentir-se uma desvalorizada nos relacionamentos!
Com Razão
Caminhava pela praia assiduamente.
Não conseguia um dia sequer ficar longe do seu amado mar.
Era como uma insulina.
Algumas pessoas idosas não aguentavam caminhar se fazia tempo ruim, se pingos de chuviscos se insinuavam, se a artrose dava o ar da graça e outros motivos mais. Alguns justificáveis e outros nem tanto.
O que ela tinha absoluta certeza era os efeitos diários que repercutiram a longo prazo na sua saúde.
Montada na razão, não se precisa de esporas, continuava ela seu percurso cotidiano.
Ficar em casa sentada não dá, pensava sabiamente.
Há que se movimentar e só se sentar para escrever, fazer suas refeições e arrumar a casa, passear. Deitar, só para descansar à noite. Ai sim, um bom e merecido descanso de regozijo e refazimento.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
Urdir e Cantar
Tramava o tempo todo, não ficava no ócio, tinha a convicção interna desde há anos que era salutar viver urdindo e cantando.
Era uma pessoa da paz e do bem, tinha sensibilidade para algumas formas de arte.
Como observava seus semelhantes, tinha plena certeza de que não deveria gastar seu precioso tempo com armadilhas sórdidas.
Usava seu talento para tecer nas variadas vertentes.
Com palavras, formava um conjunto que seu coração ditava e, quem a lia, dizia que ficava emocionado. Tinha o dom nato da sensibilidade.
Com agulhas e linhas, imaginava, maquinava trabalhos artesanais, desembaraçava fios com toda paciência, tricotava, crocheteava, passava horas premeditando com o que ia se ocupar. De fileira em fileira, concluía, depois de urdir e trabalhar cantando baixinho em seu coração.
Ia enredando e desenredando a vida, as poesias, as confecções que suas mãos conseguiam fiar.
Não se embaraçava com linhas. Ah! Não!
O que lhe causava embaraço era a injustiça, as trapaças, os enganos. Isso sim.
Desde nova, na juventude, soube que desvendar certos embaraços da vida teria que enfrentar e ganhava uma coragem que sabia vir do Alto.
Não tinha gato que a deixasse desconcertada quando as linhas reais se misturavam.
Aprendera com a vida, que o Altíssimo a ajudava a desatar nós. Para emaranhados difíceis, tanto no sentido literal como no figurado, tinha Deus como companheiro Fiel.
A fantasia da urdidura lhe acalmava seu puro coração.
Vivia aos cuidados das linhas divinas e dos fios de ouro que o Espírito lhe soprava.
O que eram pessoas que tramavam o mal para uma mulher simples que sabia poder contar com o Sopro Divino para desatar todos enroscados dos fios mais difíceis do viver?
Definitivamente, passaria toda sua vida a usar tramas para o bem e a formatar belezinhas para sua pequenina.
Em suas tardes cantantes, afastava toda arapuca que armavam contra ela.
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
A Virtude de ser Folha
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
As Bicicletas de Raposo
Coração Rosado
Sai a caminhar, sabia de antemão, o encontro tão esperado, aconteceria naquele dia, seria um momento de muita emoção, iria espreitar à dire...
-
U m serzinho indefeso nascia no interior de uma cidade pequenina, a chamaram com o nome de flor. M ãos poderosas a acolheram cá na Terra. Fo...
-
(foto pessoal) U ma jardineira solitária, por opção pessoal, havia sofrido muito, não queria padecer doravante, algo que julgava ser impos...
-
(foto pessoal Araruama RJ) U ma mulher bem altiva resolveu mergulhar, mesmo sabendo ser proibido, tão secreto. C onhecer bem o fundo do m...
%20(1)%20(1).jpg)
%20(1)%20(2).jpg)
%20(1).jpg)
%20(1)%20(2).jpg)

%20(1)%20(2).jpg)

%20(1)%20(2).jpg)

%20(1)%20(2).jpg)

%20(1)%20(2).jpg)

%20(1)%20(3).jpg)