(foto pessoal)
Foi princesas variadas, de príncipe e princípio, de final feliz, de fada madrinha que me cuidava maternalmente.
Sua casinha não era tão pequenina muito pelo contrário, comportava não só os pequeninos sete, como os pássaros, as flores e muito mais.
Bastava se achegar, ternamente, logo conquista seu coração. Não tinha maçã envenenada que fosse maldição eterna.
Os livros eram seu espelho de alma As poesias encantavam sua infância.. Punha-se como a rosa do Príncipe Pequeno. Foi a Iracema de Alencar, também uma das Pupilas do Senhor Reitor. Teve seus momentos de Poliana Menina, Moça e Mulher.
A madura está sendo escrita, faz uma limonada do limão e o Livro Sagrado lhe deu um polimento bem profundo e está gostando das páginas finais do seu próprio livro do viver. Foi o santo livro que lhe ajudaram a reescrever as folhas de desencanto e lhe deu vigor ao desencanto, integrou-a de volta à vida. Coloriu-a azuladamente.
Para saber a essência do seu novo livro, basta olhar em seus olhos, com calma, sem nenhuma pressa, para não perder o melhor dos capítulos do seu viver.
Para saber a essência do seu novo livro, basta olhar em seus olhos, com calma, sem nenhuma pressa, para não perder o melhor dos capítulos do seu viver.

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