Um modesto desejo de ser feliz tinha, não era
apegada às coisas supérfluas,
guardava cuidado de valorizar o outro.
Vivera muitos anos sozinha, adiara a
felicidade sonhada por longo tempo.
Não quisera mais sofrer.
Seu passado lhe deixara marcas, seu coração
ficara confuso.
Confiar ser-lhe-ia difícil.
Um belo dia, o Amor lhe batera à porta,
devagarzinho, alguém dera um
empurrãozinho, Ester abrira a porta do seu
coração.
Viveriam muito felizes até que a morte os
separasse.
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