Um casal muito divertido levava a vida em descontração, mas em grande responsabilidade.
Viviam para ajudar seus familiares, entretanto não perdiam uma só oportunidade de se divertirem juntinhos.
A afeição que sentiam os impelia a superarem todas adversidades que lhes surgiam de tempos em tempos.
A todos exalavam cumplicidade bonita, jamais se magoavam, não se feriam no dia a dia.
Francisco era meigo, dava toda atenção à Joaninha, entre seus afazeres, vinha um pouco para ela, cobria-lhe de carinhos, era atencioso. Se não pudesse ser, pedia desculpas. Era humilde.
Assim sendo, o relacionamento era envolto de cumplicidade e muita delicadeza.
Amavam-se gratuitamente num bem-querer singelo e puro.
Não gostavam de programa extravagante, uma sorveteria bastava para que sorridente saísse Francisco para o lar de volta do passeio com sua musa.
O interessante é que eles tinham sempre muito bom humor o que lhes garantia brincadeiras a toda hora, inclusive na madrugada, fazendo com que a vida se tornasse branda e muito feliz.
Todos admiravam o afeto do casal que não perdiam oportunidade para se animarem e se amarem.
Bem que um sorvete junto aconchega dois corações enamorados
Nunca se esquece de uma certa vez que lhe dera na cama um sorvetinho na boca.
Hum! Gestos delicados fazem a vida sorrir.

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