(foto pessoal Petrópolis RJ)
Desde que começou a blogar, passou por várias fases na doce arte.
Foi pela arte que se sentiu incentivada pelos amigos virtuais, a continuar a escrever e criar, chegando a publicar livros sem medo.
Foi ajudada demasiadamente pelo fato deles terem lançado vários desafios interessantes que foi cumprindo com fidelidade afasando de si a podridão cerebral reinante na sociedade.
Outros meios de comunicação não lhe satisfazem porque não deseja perder tempo com tolices ou fofocas.
Sente um esvaziamento nos blogs com o passar dos anos, mas percebe como as pessoas perdem tempo vendo coisas fugazes, horas perdem até, preciosas inspirações são deixadas em segundo plano.
Na vida, é preciso foco. Se sair dele, se perde o fio da meada. Lá se vai o fio de ouro de cada um pela tela abaixo.
É tanta baboseira que se vê por aí que cansa e o único que a satisfaz é a boa leitura tanto de livro físico como boas matérias postadas por amigos que se dedicam há anos à leitura e à escrita.
Nem todos são chamados a publicar livros naturalmente. Entretanto, o mundo teria mais sentido se usássemos nossos neurônios para o que de fato tivesse valia e crescimento como ser humano.
Percebe como as pessoas estão efêmeras nos relacionamentos a psicologia explica e os cientistas comprovam que o celular em aplicativos inúteis ou mídias efêmeras é danoso á saúde mental.
A questão da podridão mental passa pelo que vemos lemos e, automaticamente, sentimos.
Se nos dedicarmos às inutilidades, não teremos armazenado no HD mental coisas boas, ótimas inspirações e virtudes elevadas para convivermos em sociedade, sem cairmos no efeito manada.
Tem sim alguns meios de comunicação social para divulgar seus livros e algumas postagens recreativas que faz, desde que sejam agradáveis ao corpo e ao espírito.
Vai à praia diariamente e desfruta do vaivém das ondas, deixa-se banhar os pés, pernas, e lugares sem tumultos e sons estridentes que colaboram para a prontidão da sua mente. É um esbanjamento de inspiração diária o mar.
Por sinal, numa das suas caminhadas das quais não abre mão um só dia, viu e leu no paredão escrito se ela era o amor da sua vida. Serviu-lhe de mote. Avaliou-se e sentiu o que era de valor realmente.

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