domingo, 5 de julho de 2026

O Uso do Chapéu


Eleonora gostava de usar chapéus, caminhava na orla sempre acompnhada dos seus amigos companheiros de proteção aos raios solares.
A cada dia, usava-os de acordo com a cor do maiô, saída de praia. Sente mais confiança em si até, impresionante como tem duplo sentido para ela. Sai mais confiante 
Quando o minuano está forte, nem todos têm o  elástico para prender à cabeça, aí vai correndo atrás dele, do que se assanha a correr atrás do vento.
Se caminhando no calçadao, põe de acordo com a cor da roupa que usa naquele dia.
Ela não dispensa o acessório, inclusive faz parte do seu cotidiano a menos que esteja chovendo. Cabelos presos protegidos pelo chapéu são um escudo protetor para ela. Modifica a aparência. Só amigas a reconhecem, uma beleza. Cabelos soltos sao chamativos e ela evita situações embaraçosas.
Hoje mesmo, alguém parou ao lado dela enquanto fazia alongamento na Praia dos Namorados e começou um  diálogo. Estava sem o chapéu dela de todo dia, pois estavam secando todos os de caminhar. Logo saiu do lugar e dispensou a proximidade com estranho.
Não é que o chapéu a disfarça, com óculos de sol, então...
Evita falar enquanto caminha, conversar e caminhar não resultam em exercício salutar.
Se é algo que ela gosta é de um chapéu protetor, ajuda a dispersar o calor do corpo e a manter a temperatura da pele mais baixa.
Lugar quente precisa de proteção e cautela.


Criança Interior

 


Sua criança interior é bem desobediente.
Não acredita nos adultos que dizem que o mundo é dos espertos.
Teima e insiste em acreditar nas pessoas.
Ama sem medida desmedidamente...
Entrega o coração, não somente o corpo.
É entregue à meiguice sem fim.
Arruma tempo para os que ama.
Encanta-se com qualquer delicadeza de alma.
É pura leveza.
Cercada de pessoas que tentam minar seu mundo de fantasia.
O que sera desta menina que insiste em ser princesa de lindos sonhos encastelados?


Um Livro

  INSPIRAÇÕES FURTIVAS O blog foi transformado em livro...