Eleonora gostava de usar chapéus, caminhava na orla sempre acompanhada dos seus amigos companheiros de proteção aos raios solares.
A cada dia, usava-os de acordo com a cor do maiô, saída de praia. Sente mais confiança em si até, impressionante como tem duplo sentido para ela. Sai mais confiante. Quando o minuano está forte, nem todos têm o elástico para prender à cabeça, aí vai correndo atrás dele, do que se assanha a correr atrás do vento.
Se caminhando no calçadão, põe de acordo com a cor da roupa que usa naquele dia.
Ela não dispensa o acessório, inclusive faz parte do seu cotidiano a menos que esteja chovendo. Cabelos presos protegidos pelo chapéu são um escudo protetor para ela. Modifica a aparência. Só as amigas a reconhecem, uma beleza. Cabelos soltos são chamativos e ela evita situações embaraçosas.
Hoje mesmo, alguém parou ao lado dela enquanto fazia alongamento na Praia dos Namorados e começou um diálogo. Estava sem o chapéu dela de todo dia, pois estavam secando todos os de caminhar. Logo saiu do lugar e dispensou a proximidade com estranho.
Não é que o chapéu a disfarça, com óculos de sol então...
Evita falar enquanto caminha, conversar e caminhar não resultam em exercício salutar.
Se é algo que ela gosta é de um chapéu protetor, ajudam a dispersar o calor do corpo e a manter a temperatura da pele mais baixa.
Lugar quente precisa de proteção e cautela.

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