Abro, devagar, minhas janelas pelas manhãs dos meus anelos com todo vigor da minha alma.
Abro, devagar, minhas janelas pelas manhãs dos meus anelos com todo vigor da minha alma.
Naqueles campos há gados, pastagens, animais mansos, eucaliptos. verdes miragens.
O silêncio fala quando calo num perigo e oportunidade longe da cidade.
Escuto o Eterno, observo os matizes, longe do Templo.
Sou casinha branca, oculta, onde contemplo o terno em meio às fazendas.
É meu ao longe o gado espalhado pelas montanhas.
Sou contraste, a também marcada, à comunhão lista.
Saboreio serenidade profunda da paz do local oriunda.
Que maravilha termos caminhos diferentes para podermos exercitar o discernimento entre trilhas excelentes e a que Deus quer para nós!
Não teríamos nenhuma dificuldade em escolher entre um destino mau e um bom.
Saberíamos perfeitamente qual optarmos.
A maturidade está em escolhermos entre dois caminhos ótimos e em qual o Senhor nos deseja que fiquemos.
Quem sabe disso, quem tem clareza, não fica em dúvida, faz a opção e é imensamente feliz.
Nada como ter consciência reta.
Sai a caminhar, sabia de antemão, o encontro tão esperado, aconteceria naquele dia, seria um momento de muita emoção, iria espreitar à dire...