Trazia erros no alvo do passado, mágoas presentes, ostensivamente, sem se animar a tratá-las enquanto lhe punha olhos sutis até tragá-las, enfaticamente.
Suas possíveis orgulhosas sombras agendadas tragicamente, em seu próprio olhar sôfrego lhe aterrorizavam.
Tentava, enquanto se propunha, obsessivamente, a saná-las animadamente.
Tomara elas se pusessem sempre ordenadas!
Somente assim cuidaria, energicamente, a pessoa otimista, sossegada, de ter ênfase.
Maravilhas prováveis ocorreriam, lhe sustentariam.
Tocava, enfaticamente, seus propósitos, olhava, sistematicamente, aos ocasionais transtornos emocionais seus.
Choques, baques, lhe davam um toque no eu real que se despertava, ainda que morosamente, a uma nova resiliência.
Vivia, finalmente, no presente, numa metanoia total do seu viver, dava-se valor. O abandono de seus familiares muito amados lhe serviu de lição para sempre.
Esse choque, uma experiência que temos que vivenciar, pode ser positivo ou negativo, mas nos impacta de tal forma que produz uma explosão interna, mudando ideias e preconceitos, e alterando todos os padrões pelos quais vivíamos até aquele momento. Algo acontece na mente, naquele espaço surreal.
Você não é mais a mesma pessoa.

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