Era um homem desaforado, vivia criticando tudo e todos por onde circulava.
Todos o tratavam bem, com medo de caírem nas garras do ta disparatoso critiquento.
Era uma falsidade só a convivência com os demais e falação por trás que lhe caía bem como chuva em roça de milho. Enchuam sey ego e tudo terminava em pizza, como se costuma fazer na socuedade hipócrita.
A mulher sofria nas mãos dele, mas não dava bala aos tiros sucessivos e continuava a ser como era, sincera e transparente.
Recusava-se a lhe dar munição como que a lhe cair bem como chuva em roça de milho.
Ela sabia que todos somos como somos e criticar só falava mais de quem criticava do que quem se está criticando.
Afinal, todos vemos defeitos alheios com a maior facilidade, já as virtudes, se dependesse de nós, o milho morreria seco, muitas das vezes, não haveria chuva favorável para a roça sobreviver bem viçosa.
Um dia, aprendeu a lião com um idoso, Doutor do consulado que o pôs em seu devido lugar. Cumpriu sua pena até o fim da sua vida. Caiu na própria trampa das depreciações que fazia de tudo e de todos. Apendeu a ser mais gentil, delicado no trato e cortês, juntos a outros detentos, pois nem sempre na vida encontramos pessoas que fazem de conta que não sentem... é mais difícil, mas os senhores assim, estão por perto, prestes à defesa dos injustiçados.
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