(foto pessoal)
Era uma mulher muito carinhosa e intensa. Tinha o sossego do lar por companhia, solitária, pacífica, fazia tudo bem devagarzinho, pois não apreciava correrias. Gostava de sentir sabor em tudo, desde o despertar até o adormecer, precisava de paz e a praticava.
Assim, logo que tinha algumas adversidades, passava um tempo muito curto e já estava dentro da pacificação encontrada na oração que fazia em seu chalezinho no campo.
Ele mais se parecia uma improvisação, ele havia doado tudo que possuía desde que se amado se foi de junto dela e comprara um home house. Pediu um profissional que o ajeitasse do seu jeitinho e cultivou umas poucas plantinhas nuns vasinhos.
Ao fazer uma paragem num destino campal, em seguida, colocava seus vegetais par fora a tomarem um ar puro e sol.
Uma das suas melhores alegrias era tomar um chazinho de erva-doce ao lado de seu gatinho numa cadeira posta à porta dos fundos do seu lar portátil.
Pessoas da região ficavam encantadas ao ver como ele,, com tão pouco, na opinião deles, estava tão conformada.
As cortinas da janela, o capricho com a pintura com cores tênues aconchegantes.
Cada detalhe era um bálsamo a quem contemplava a mulher com gosto simples que apreciava a liberdade e a contemplação na ação.

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