sábado, 28 de fevereiro de 2026

Generosidade


(foto pessoal Nordeste)

Sentia-se intermitente diante tanto desnível social.

Caminhava pelas cidades grandes, ficava com o coração entristecido, cheio de compaixão. 
Refletia em como amenizar a dor do ser humano em diversos níveis. 
Resolveu criar uma ONG e combater o mal mais imediato da sua região. 
Era uma mulher constante em suas decisões e perseverou neste projeto até o fim de sua vida terrestre.
Fazer o bem sem se importar com recompensa, era sua meta primordial.
Ânimo, generosidade em ação.




quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Ser Ombro

 

(foto pessoal Anchieta ES)

Em certo dia de desespero, ter um ombro certo a apoiar e dar suporte é ser e ter anjo que compreende.
Fazer de tudo para ver o outro vem e passar uma borracha, seguir em frente.
Demonstrar interesse a quem se ama é um dÉ perverso não dar guarida à dor alheia como se nada se tivesse com a dor alheia.
É sedutor o cada um por si e Deus por todos, mas também é desumano.
O egoísmo é extravagante, se espalha no mundo sorrateiramente. Uma falta de caridade e desamor sem fim.





quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Combustão do Amor

 





(foto pessoal)

Era uma vez a combustão do amor, havia ardor, calor, instantes de carinho, ela era  como fogo no ninho. Não se importava com manhã cinzenta, chuva aborrecida, vento frio. Fosse outono, inverno, primavera ou verão.
Logo que ela chegava, era só tocar o coração, acendia toda sensação com delicado jeitinho. Assim ela se manifestava aos dois amantes felizes, onde o sonho os levava e tudo era diferenciado.
Era responsável por acender toda sensação que fervia como fumaça nas emoções. Múltiplos desejos intensos e sublimes pertinentes ao amor apaixonado imantavam o casal dando-lhe sabiamente, a sensação de ritmo alucinante, sorrisos largos e desejos exuberantes.
O desejo incontrolável que aprisiona os sentidos e torna a vida não banal, arrepiava, exalava sentimentos bons, harmonia, pertença e cumplicidade fervida na alegria. Dava-lhes prazer e serotonina.
Era preciso apenas um delicado toque e ela se fazia presente no mar sem retoque, sem pensar em nada.
Sedutora, modelava corpo e alma concomitantemente, num simples empurrão da parte dela, deixava evidente que era surda, imune ao veneno da inveja alheia.
Parecia um fósforo aceso perene, se apresentava como um choque, sempre aquecida, não se desfazia fácil, era puro sabor de abrasamento, podia soar banal e frouxa, mas foi ela que os escolhei, lhes deu tempo e espaço de se amarem por um tempo que se fez ainda mais curto aqui na Terra.
Um café deixava no amado uma vontade de mais, com seu coração amassado porque não desconhece a arte da sedução, não a vê, mas a sente  numa simples chávena de café.
Até hoje, ela fica entre eles, no coração, parece que seu sabor ainda está tatuado na boca. O  cheiro entranhado nas narina, lhes perfuma o dia, liberta-os da mesquinhez e escreve na mente deles histórias mirabolantes.
A combustão do amor nunca se apaga.






segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Autoconhecimento

 



(foto pessoal Jericoacoara CE)



Nunca teve moleza, nem na infância nem na adolescência precoce.

Teve momentos de inconstância, de amargura, de solidão.
É terna, mesmo assim, dá carinho, amizade, é gentil, respira fundo e se acalma.
Integra-se de novo, vai à luta, rumo ao desconhecido.
A mensagem que promove é de otimismo e fé.
É trabalho intenso de ascese pura de crescimento interior,  de autoconhecimento.



domingo, 22 de fevereiro de 2026

Monólogo

 

(foto pessoal Nordeste)

-Ei, escute-me!
-Por que?
-Porque será bom ouvir o que lhe vou dizer, lasca de nada.
-Como assim?
-É um nada, uma lasquinha, nem inteira se está muitas vezes.
-É ponta de lápis, uma menina lhe criou.
-Onde pensa que vai? Acaso terá destino diferente de todos?
-Pensa sempre no melhor para ela. Não será seu inconsciente que irá lhe derrotar. Com as lasquinhas, farão artesanatos bonitos e viverá feliz em outros corações.




sábado, 21 de fevereiro de 2026

Sonho de Amor


(foto pessoal Guimarães Portugal)



Sonhou que haveria paz e harmonia. Uma estrela cadente os conduzia. Um clima de suavidade os envolveria ternamente. Haveria frescor vindo do caramanchão no jardim. 

Imaginava a presença constante do amado junto dela e se confortava na sua percepção onírica. Viveriam cada minuto com prazer imenso, se ninariam mutuamente. Ele a beijaria nos olhos ao irem dormir. 

Viajava no sonho e no desejo de alegria.  Ele seria um vulcão em erupção que a incendiaria. Seu príncipe a abraçaria num laço, num elo dengoso. As asas do vento os aproximariam. Haveria simplicidade em ser e se estar bem. 

O óleo do corpo da amada o seduziria, o brilho da sua pele o extasiaria. No silêncio, sussurrar-lhe-ia ao seu ouvido ternuras. Suas mãos estariam presas numa tração segura. Seu anjo guardião se aninharia no corpo dela. 

O Anjo da paz, da felicidade e da saúde agiria o tempo todo. Viveriam felizes até seus últimos dias. O Amor gratuito e incondicional os abrigaria.



Emoções Sólidas




(foto pessoal Nova Friburgo RJ)

Emoções primárias se evaporam, felizmente.
Que seria dela se demorasse na culpa, no medo, no nervosismo, na vergonha,, nas fadigas e noutras emoções primárias.
Reza e volta à paz interior.
Preferível é se ater à empatia, ao encantamento, à satisfação, à simpatia, ao triunfo, ao interesse diverso, à alegria da consciência reta.
Emoções se consolidam à medida que se aplica no autoconhecimento, em seu eu real, deixam vigorosos e firmes na fé pela vida, apesar de tudo.




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Efemeridade ou Leveza?

 


(foto pessoal Campos de Jordão SP)


Efêmeros é quando arranca um pedaço do coração alheio sem nenhuma consideração como se o semelhante fosse um trapo sujo.

Leve está quando sua consciência não lhe pesa, faz de tudo para minorar efeitos danosos dos seus atos impiedosos, impensados.

Muito parecidas podem ser as concepções: efemeridade e leveza. Entretanto, têm um efeito completamente diverso e até danoso.

Deve atentar para não ser efêmera, leviana nas ações, nos sentires, nas visões, em sua maneira de ser e proceder.

Sempre que possível, deve ser leve, o que ao contrário do efêmero, leviana, não causa mal ao ser humano, muito pelo contrário.

A leviandade destrói uma pessoa até para sempre, fazendo com que ela tenha extrema dificuldade em ser leve, em ter paz de espírito e ainda se sentir culpada por insensibilidade alheia.

Não seja leviana, efêmera, não descarte pessoas como lixo, como se tivessem lepras.

Pensa bem antes de se aproximar dos outros. Ferir, impiedosamente, sentimentos alheios é efemeridade maldosa, leviandade cruel.

Não é uma ameba, é criatura amada de Deus, tem sentimentos, precisa de sinceridade e não de ser usada, despetalada, descartada ou similares.

Deus tenha piedade de corações que brincam com seus sentimentos como a flor que, com um ventinho qualquer, a sopra, saem de sua vida, a deixando ao léu cruelmente seguem suas vidas como se fosse só mais uma a ser lançada como palha ao vento.



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Bondade Aninha

 

(foto pessoal Holambra SP)

Era uma pessoa que gostava de ajudar.
Entrou num projeto de alfabetização de adultos a fim de lecionar.
Tinha tarefas a cumprir, mesmo assim dava um jeito de aceitar cada um que chegava.
A sala estava repleta, ela bem cansada da labuta. Dando a Hora da Ave maria, chegava pontualmente.
Não tinha carteira vaga e mais uma pessoa a lhe esperar. Ao invés de lhe negar a vaga, lhe disse com um sorriso largo: perdido por um, perdido por mil.



 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Sentimentos em Cores


(foto pessoal Maringá MG)

Teve desilusão muito triste, desoladora em tom amarelo desesperador, lhe deu muitos anos de trabalho ao coração, com semelhando a um tempo castanho do seu existir.
Experimentou um furacão em seus sentimentos no passado, a vida a vestiu de violeta, foi o luto do seu viver durante décadas de solidão de alma.
Eis que a felicidade bateu à sua porta, um milagre do céu azul aconteceu por inteiro.
Associou cores aos diversos sentimentos que viveu.







terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Flores Novas

 

(foto pessoal Atibaia SP)

Conservar mesquinharia em seu coração só lhe causa mágoas e tristezas sem fim.
Quisera ela não ter nada assim em seu pobre ser!
Sonhar alto e deixar de lado as velharias podres que tiram o tônico da sua essência real.
Eis o sentido verdadeiro que adoraria enaltecer o seu viver.
Livre-a, Senhor, de toda podridão da sua alma, suplica com caridade;
Já agradece, ao mesmo tempo, a bondade infinita do Pai.




segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Rosa de Santa Terezinha


(foto pessoal Ilha do Governador RJ)

Colocava açúcar na água da rosinha para Santa Terezinha. Juntava formiga e ela trocava.
Enquanto rezava, desejava conhecer Roma, era sonho antigo.
Seu irmão a incentivava que continuasse a pedir intercessão.
Um dia, no sono da manhã, viu imagem do Vaticano.
Recebeu telefonema do padrinho Ele lhe pedia que fosse ao seu encontro.
Não é que ganhou passagens de presente?
Durante a viagem, no trajeto, agradecia muito a Deus.
Trouxe-lhe de presente raminhos de oliveira.
Sentiu-se andorinha no ninho.
 
 



sábado, 14 de fevereiro de 2026

Vida em Seus Tempos

 


(foto pessoal São Mateus ES)

O passado já não o tinha, embora tenha lhe causado tanto dano.
Renasceu, tomou atitude e vivia sempre no presente.
Assim passou seus últimos anos, de maneira muito feliz, colhendo amor, vida saudável, qualidade de vida.
Até que, numa noite tenebrosa, teve em sua vida uma ação demoníaca que lhe fez quase morrer viva.
Desde então, tomou ciência do futuro, que não o conhecia.
A tristeza invadiu totalmente seu viver, deixando rastro diabólico mortal.





Quisera Voar!

 

(foto pessoal Araruama RJ)

Quisera voar desmedidamente. Afagar pessoas que ama, segurar em suas asas de plumas, o íntimo dos seus amados, ternamente.
Se pudesse voar na leveza inteira da alma até onde não existissem pessoas insensíveis, se
juntaria aos anjos à beira de um dos lagos transparentes, em sua gaita omitida nas nuvens, entoaria a aleluia da vitória.
A paz reinaria em todo o Universo.
Nada mais de mal existiria na Terra.
Seria um povo fraterno, amigo e irmão.




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Desnovelar-se

 

(foto pessoal)




A mulher tecia manto protetor para si.

Era Inverno, sentia frio, atingia o âmago do seu ser. Tremia de solidão.

Pôs-se a procurar linha bem forte, resistente, suficientemente, para  abrigar além corpo, atingiria sua medula existencial.

Qual fio mágico usaria?  

A solução veio como pista no coração.

Precisava se desnovelar, se desembaraçar, refazer cada ponto, recomeçar fios muito desgastados.

Reconstruiu-se, abandonada.

Dela mesma de nova forma: sozinha.

Era linha duma vida recolhida de volta ao novelo gestacional.



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Curvar-se Diante do Universo *

 


(foto pessoal Planetário de Vitória)


Ela se questiona sobre o fato de ser humilde e agradecida ao Bom Deus a ponto de se inclinar diante da natureza que clama pela sua atenção.
Aprender a não só ouvir como escutar.
Atentar para tudo que a cerca.
Escutar sem fingir que não ouve.
Clama ao Senhor para atentar ao irmão necessitado.
Uma vez estando adoentada, recebeu tantas mensagens de carinho, valiosas, tem o compromisso de acolher o semelhante que me cerca.
Sabe que faz parte da teia ambiental e fraternal.
O mínimo é ouvir o outro que precisa  muito de atenção, muitas vezes.




quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Criança Merece Amor

 

(foto pessoal)


Era uma vez uma menina linda, nasceu para alegrar ainda mais a vovó.
Brincava de boneca, de joguinhos, ganhava mil presentes das amigas da vovó.
Foi crescendo rapidinho e logo na escolinha se pôs a estudar.
Era aplicada nos estudos desde seus primórdios de  maternal.
Quando pequenina, se deliciava na casa dos avós, sem preocupação com compromissos que ainda eram bem poucos.
Os aos se passaram e foi perdendo seus dentinhos, rindo com as janelinhas de fora e encantando a todos com seu sorrisinho maroto.
Gostava de usar os cabelinhos escorrendo pelas costas que lhe caíam muito bem e lhe adornavam como a uma princesinha moderna.
Seus vestidinhos eram elegantes e bem sabia se comportar como uma mocinha
Tinha a sorte de vir ao mundo numa família que lhe queria todo bem e é pura felicidade nascer num berço assim.
Como tinha os olhinhos brilhantes por ser muito amada.
Dava gosto ver suas fotos sempre sorridentes, acompanhar seu crescimento, com sorrisinho encantador e meigo.
O tempos corria e sua família lhe incutia os bons valores em meio a tantas maldades e atrocidades que se faziam com muitas crianças espalhadas pelo mundo afora.
Era amada, tinha um  lar, estudo, roupas, brinquedos, sua dignidade era moldada como convém a uma infante.
Como não ser feliz?
Que a vida de um petiz seja um exemplo de amor que muitos precisam por terem vindo ao mundo por opção!




terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Vida no Interior



(foto pessoal Emboacica Anchieta ES)

A vida no interior não é sofisticada, todos primam pela simplicidade. Requer mansidão, calmaria no ambiente e no coração.
Pessoas humildes encontram beleza, paz, fazem um retiro espiritual diante de tanta beleza da natureza.
Não há espaço para o ócio, sempre há trabalho e cuidados a reparar.
A comida à lenha tem outro sabor, une o natural ao rústico pela praticidade com que fazem tudo.
Basta colher, na horta, um legume, uma verdura e aumentar a refeição, visitar um pé de frutas do local, já está incrementada a mesa.
Animais soltos no quintal dão um toque de irmandade ímpar.
Galos cantam o dia todo, fugindo do tradicional canto do galo matinal.
Pássaros dão o ar da graça numa sonoridade bonita de ares do interior.





segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Observando Comportamentos *

 


(foto pessoal)


Meninos brincavam na lagoa, chegaram duas meninas. Um deles impediu que ela se juntasse à brincadeira.
Um dos meninos, muito extrovertido, logo chamou-a animadamente a espiar uns peixinhos a nadarem. Uma mulher, limpando o terreiro próximo à lagoa, percebeu como foi difícil para ele aceitar a cordialidade.
Ficou calado, se fazendo de rogado, como  galo no terreiro, tentando dificultar a aproximação feminina.
A  turminha insistiu, não teve jeito, ele isolou-se do fortuito grupo.
Coitado!
Ficou sozinho nu egoísmo irracional.





domingo, 8 de fevereiro de 2026

Percurso Difuso

 

(foto pessoal)

O ano começou com chuva e acinzentado.
Talvez ninguém tenha parado para pensar no que significa no âmbito pessoal. Quererá nos alertar de algo a natureza?
Sempre há um tempo de mudança enquanto se tem a vida pulsando em seu ser.
Nem todos estão vivendo uma vida digna. Ela é impulsionada pela força natural do amor que vem do Criador de todas as coisas, ele nos perpassa.
Precisa ser guiada pelos apelos divinos.
Crê ser natural ter dias áridos e de solidão interior.
Busca dentro de si e não fora o que precisa, na essência da sua alma.




sábado, 7 de fevereiro de 2026

Vencendo Batalhas

 

(foto pessoal)


Era um casal sonhador, mulher não era fraca, levava a relação com dedicação.
O homem tinha por meta um horizonte cheio de leviandades.
O par viveu batalha para desbravar horizontes no delicado relacionamento.
Farol para ele, não acreditava no lumiar da vida.
Que batalha viveu a pobre mulher de altos e baixos!
Para seu único filho, com grande dificuldade financeira, a nova mamãe teve que tricotar seu enxovalzinho.
Ele continuava a delirar, coisas não cairiam do céu, pobre coitado!



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Viagem ao Nordeste

 

(foto pessoal)

Esteve em Fortaleza, uma beleza tudo por lá, voo tranquilo sem escala. Calçadão da orla, na beira-mar, uma gostosura para passear. A feirinha de artesanato, acarajé de dar água na boca, muita coisa linda no ar e alegria no coração.
Em Jericoacoara, esteve entre dunas, andou de pau de arara, tudo com muita emoção no ar. Comeu tapioca à vontade, mugunzá doce.  O cuscuz do Nordeste era um bom prenúncio de um dia especial. Lagosta assada, robalo assado, camarão peixes típicos confundindo o paladar sem deixar clara a opção do que escolher, carne de sol à vontade, curau de milho verde, água de coco.
Apreciou o pôr-do-sol descomunal em cima de uma enorme duna. Viu jangada no mar, muitas por lá. Andou de bugre, com a alegria extasiante em voga.
Árvores de raízes aéreas. Lagoa de água doce para se refrescar Céu e mar se confundiam no horizonte. Balsa para atravessar os rios, cavalo marinho visto na transparência das águas. 
Pedra Furada, beleza natural, Árvore da Preguiça, Lagoa Azul espetáculos indescritíveis desde o amanhecer ao se deitar.
Esteve entre caatinga, mata branca, cactos, vegetação típica do litoral leste e oeste do Ceará. Crepúsculo inigualável, performance de capoeira, igarapés, mangue seco. Lagoa de Tatujuba, Fonte de energia alternativa, Porto de Mucurique, Porto de Pecém, Praia de Iracema, Teatro Municipal de José de Alencar, Praia do Futuro. Barraca do Chico do Caranguejo, Prática do kit surf, Ponte dos Ingleses, Túmulo do Castelo Branco.
A Magia de Canoa Quebrada e Morro Branco inolvidável.
Areia por todo canto, oásis nas lagoas formosas, praias privativas, ar livre o dia todo após o dejejum, espetáculo natural que a deixava sem palavras.
Jijoca para andar de pau de arara, uma aventura.
Do lugar, levou um grande aprendizado sobre despojamento e simplicidade.
A feira artesanal com crochê por todo lado era uma aventura noturna diária. Mulheres prendadas por lá habitavam.
Mercado municipal da capital com 500 lojas, impossível de se visitar a todas num dia.
A homenagem à Iracema de José de Alencar no calçadão à beira-mar lhe foi marcante.

De volta ao lar, uma mala pesada, rendeiras com seus lindos trabalhos fizeram a festa nas vendas. Castanha do Brasil uma delícia trazida bem como a cajuína e os bombons de cupuaçu.
Tudo que viu e viveu ficará impresso em seu coração. Chegou em casa com uma saudade enorme e uma vontade de regresso.
Na certa, de lá trouxe inspirações para muitos escritos no cenário inusitado onde esteve.



Generosidade

(foto pessoal Nordeste) S entia-se intermitente diante tanto desnível social. C aminhava pelas cidades grandes, ficava com o coração entrist...