(foto pessoal)
Esteve em Fortaleza, uma beleza tudo por lá, voo tranquilo sem escala. Calçadão da orla, na beira-mar, uma gostosura para passear. A feirinha de artesanato, acarajé de dar água na boca, muita coisa linda no ar e alegria no coração.
Em Jericoacoara, esteve entre dunas, andou de pau de arara, tudo com muita emoção no ar. Comeu tapioca à vontade, mugunzá doce. O cuscuz do Nordeste era um bom prenúncio de um dia especial. Lagosta assada, robalo assado, camarão peixes típicos confundindo o paladar sem deixar clara a opção do que escolher, carne de sol à vontade, curau de milho verde, água de coco.
Apreciou o pôr-do-sol descomunal em cima de uma enorme duna. Viu jangada no mar, muitas por lá. Andou de bugre, com a alegria extasiante em voga.
Árvores de raízes aéreas. Lagoa de água doce para se refrescar Céu e mar se confundiam no horizonte. Balsa para atravessar os rios, cavalo marinho visto na transparência das águas.
Pedra Furada, beleza natural, Árvore da Preguiça, Lagoa Azul espetáculos indescritíveis desde o amanhecer ao se deitar.
Esteve entre caatinga, mata branca, cactos, vegetação típica do litoral leste e oeste do Ceará. Crepúsculo inigualável, performance de capoeira, igarapés, mangue seco. Lagoa de Tatujuba, Fonte de energia alternativa, Porto de Mucurique, Porto de Pecém, Praia de Iracema, Teatro Municipal de José de Alencar, Praia do Futuro. Barraca do Chico do Caranguejo, Prática do kit surf, Ponte dos Ingleses, Túmulo do Castelo Branco.
A Magia de Canoa Quebrada e Morro Branco inolvidável.
Areia por todo canto, oásis nas lagoas formosas, praias privativas, ar livre o dia todo após o dejejum, espetáculo natural que a deixava sem palavras.
Jijoca para andar de pau de arara, uma aventura.
Do lugar, levou um grande aprendizado sobre despojamento e simplicidade.
A feira artesanal com crochê por todo lado era uma aventura noturna diária. Mulheres prendadas por lá habitavam.
Mercado municipal da capital com 500 lojas, impossível de se visitar a todas num dia.
A homenagem à Iracema de José de Alencar no calçadão à beira-mar lhe foi marcante.
De volta ao lar, uma mala pesada, rendeiras com seus lindos trabalhos fizeram a festa nas vendas. Castanha do Brasil uma delícia trazida bem como a cajuína e os bombons de cupuaçu.
Tudo que viu e viveu ficará impresso em seu coração. Chegou em casa com uma saudade enorme e uma vontade de regresso.
Na certa, de lá trouxe inspirações para muitos escritos no cenário inusitado onde esteve.

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