quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Início de Ano

 

(foto pessoal)

Início de ano, diversas energias a rondam, as boas para acatar e valorizar e as más para a desperta da negatividade e atentar ao que valo e a pena.
Os sinos são um símbolo de alegria, de um estimular. O novo ano merece ser celebrado, os dias inaugurais são belos, mesmo que tenha motivos tristes no coração para se refugiar nos braços divinos a fim de suportar tanta dor na alma, muitas vezes.
Atrai para seu talismã, seu coração, tudo de melhor que a vida tem a lhe oferecer. Ela deseja, quer e pode ser  mais e merecer muito mais. 
Na saúde, na vida espiritual, emocional, afetiva, Deus tem preparado bênçãos especiais. Ela crê, ora, confia e espera.
Só coisas boas Ele tem reservado para ela e para os que ama.
Agradece por ser como é e aos seus filhos muito amados.
Desperta para o que há de mais bem preparado pelo Pai das Misericórdias.





Novo Ano


(foto pessoal Praia das Castanheiras Guarapari ES)

Na magia do Novo Ano, logo ergue seus braços aos céus, encontra respostas pela esperança, sabe que dias melhores virão e serão de bonanças. 
Na  manhã feliz, amanhece em alianças, no firmamento lindo que esboça um aceno confirmando os dias mais leves.
Evidencia um prenúncio de otimismo, paz, ânimo, generosidade e novas alvíssaras.
O recomeço lhe anuncia que não deve se alienar e sim, sonhar, amar, voar com sutileza, com convicção da certeza. 
Uma  nova imagem se insinua e começa um voo ao infinito sereno na terra com cânticos entoados.




Mesa ao Ano Novo

(foto pessoal)



Vai pôr a mesa para o Novo Ano.

Visitar o pomar, colher frutas saborosas, romãs estão maduras, muito docinhas.
Onde esteja atormentado pelas chuvas, participemos das campanhas beneméritas de doações. Preces são fundamentais. Não nos esqueçamos dos mantimentos à sopa noturna dos desabrigados.
Dar asas à imaginação enquanto colher frutas, tecer prosa com pássaros e flores do campo.
Não pode faltar amor. Não o "entre aspas", sim o verdadeiro, sincero e incondicional.





segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Almejar a Felicidade

 

(foto pessoal)



Almejava o tal estado de ânimo feliz, olhava para dentro do seu âmago.

Havia descoberto um segredo sobre como ser realizada solitariamente.

Quem a acompanhava, ocasionalmente, era um acréscimo especial em seus dias.

Com as festas de final de ano, a alegria interior afervorava.

Família reunida era felicidade infinita. Nada mais ela almejava.

Só agradecia ao Sagrado por permanecer viva.




domingo, 28 de dezembro de 2025

Jogo de Xadrez

(foto pessoal)

Não quer ser Rei nem Rainha, tanto faz ser Peão, ser rodada descompassadamente, sozinha.
Se for como Cavalo a galopar, pode vida nova ganhar, amar incondicionalmente, despojada.
Bispo? Episcopisa? Indiferente, incoerente é. Quer só ser feliz e não só ter razão, como condiz.
Na vida é um R bem florido, sua cor é ser amada, querida.
Competir não lhe traz luz. Deduz...




Vida Saudável

 

(Foto pessoal 



Primava pela vida saudável, sempre abastecia sua cesta de frutas com as preferidas da época sempre semanalmente e as demais para não compactuar com a inflação que está assustadora.

Gostava muito de kiwi, morango, pitaia, fruta de conde, jaca, ameixa, pera, uva, goiaba, melão e outras mais.

As frutas tropicais são doces, bem suculentas e variadas o que lhe apetecia ao paladar apurado.

No Outono, lhe aguçava ainda mais degustar as saborosas delícias saborosas.

Seu esposo, animado com a preferência da esposa, resolveu fazer um pequeno pomar no quintal de sua casa para agradar com esmero à sua querida.

Foram dias de dedicação em torno dos canteiros bem construídos, com espaço suficiente para umas frutas que levam menos tempo para se reproduzirem e as demais que precisam de maior espaço continuaria ao encargo do hort fruit.

Já estavam com mais de setenta anos e com a saúde equilibrada pelo hábito salutar que tinham desde a juventude de cada um.

A vida requer trato e as vitaminas das frutas dispensam, muitas vezes, remédios farmacêuticos.



sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Mal Súbito

 

(Praia das Castanheiras Guarapari ES)

Estava rodeada de quatro paredes formadas por prédios altos, entretanto, sentindo-se sem teto, nem sentia o chão debaixo dos seus pés.
Aflita, buscava socorro do alto, elevava suas mãos em preces suplicando a ajuda ao Divino ante sua dificuldade momentânea.
Não demorou muito tempo e sentiu um calor em seu corpo, como um fogo, que tomou conta de seu ser.
Em seu ombro, sensível toque diferenciado chegou próximo a ela, retirou-a dali, levou-a onde era necessário no momento e ali ficou sem previsão de alta.







quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Na Contemplação

 






Uma certa vez, na História da humanidade, num jeito muito inusitado de revelar seu Amor, o Deus Eterno enviou seu filho amado, para nos  salvar e nos dar paz.

Deus "abaixou-se" numa Manjedoura, num estábulo, lugar sujo, cheio de animais e esterco, mas rodeado de anjos, pastores marginalizados da sociedade e seus pais.

Quebrou paradigmas inúmeros desde a sua concepção.

Nasceu numas circunstâncias desfavoráveis, na simplicidade Ele quis nascer.

Os Reis sempre atentos às verdades da vida, guiados por uma Estrela, encontraram o Amor.

O Bom Menino vem docemente até nós sem merecermos tal Presente de Amor.

Desde então, o Amor está entre nós e o procuramos fora de nós em aventuras passageiras, em busca desenfreada pelo material, muitas vezes machucando frágeis corações, num egoísmo imperioso.

Como estamos distantes do Amor divino apesar de falarmos dele muitas vezes (de boca para fora, não de coração para dentro).

Que ao contemplarmos o Nascimento do Menino Deus, nos convertamos ao Deus de Belém, de Nazaré, o verdadeiro que veio ao mundo para nós salvar de todo mal que há 

em nós!

Assim, a História se complete em nós e por nós.



terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Natal no Coração

(foto pessoal Shopping Guarapari ES)

Era chegado o tempo natalino amava ajeitar a árvore de presentes, de papéis coloridos, com laçarotes de fita, cordões dourados tudo preparado numa beleza sem par.
Ela tinha uma alma pura, lhe encantavam as lembranças do Natal da sua infância numa casa grande onde sua avó, ainda viva, era o alvo da visitação dos filhos, netos tios e primos. Saboreava tal festa com grande expectativa. Os presentinhos na árvore, antes no sapatinho na janela, o pratinho feito paro o bom velhinho que viria deixar o mimo. Não se esquecia do manjar com ameixa que o entregador de presentes gostava e se lambuzava, deixando o caroço no prato como vestígio da sua passagem naquela casa da região rural.
Não tinha ainda a devoção ao Menino Deus a não ser muito mais tarde quando foi estudar no colégio de freiras da região.
Dar ou receber presentes não era o objetivo para ela. Tencionava ser o próprio mimo aos seus amados familiares.
Perpetuava assim, as alegrias de Natais de outrora onde era tão feliz com a espera mágica do papai Noel em que acreditava piamente.
Na ocasião da grande festa cristã, o coração das pessoas se expandia, ficava cheio de amor para com os menos favorecidos.
Realmente o Menino Deus continuava a fazer milagres até os dias atuais. O mundo se tornava mágico. As pessoas se revestiam de magia. O coração se enchia de amor.
Deixava-se envolver pela temporada de paz e alegria da época tão rica, linda e abençoada. Alegrava-se com os momentos felizes que iria viver estando ao lado dos seus amados familiares.
As pessoas deixavam cair o invólucro em que se colocaram para sobrevivência num mundo duro, cheio de hipocrisia por todos os lados. o consumismo comum na modernidade seria colocado de lado por muitos para serem solidários aos semelhantes. Ao menos uma vez ao ano, o mundo se revestia de fraternidade bonita que lhe agradava tanto.
O mundo parecia esbanjar amor fraterno. O transbordamento da afetividade era notório na época.
É Natal sim, tinha que ser Natal. Só podia ser Natal. O mundo se confraternizando e se amando? Não tinha dúvidas. Percebia que o Natal se avizinhava surpreendentemente.
Quando ela olhava o calendário e entrava o mês de dezembro, tudo ia se transformado dentro dela aos pouquinhos. enchia-se de coragem de tentar chamar às pessoas à convivência mais íntima e solidária em todos os níveis.
Já foi vovó Noel em que curtia seus  netinhos pequeninos que já eram rapazes na atualidade.
Hoje, seu Natal é bem diferente. Com Maria, a Mãe do Deus Menino, permanecia em silêncio se amofinada, perdoava os insensíveis.
Se fosse ofendido, evitava ofender. Aprendera tanto nas últimas décadas onde seus cabelos se tingiram, pouco a pouco, de prata fina numa  mescla luminosa lhe dando maturidade, mas que não impedia das lágrimas rolarem em sua face. Elas eram teimosas e ninguém sucumbia de tal abuso em seu rosto.
O pensamento estava racional ainda e lhe trazia à memória tudo que havia feito em prol dos que tinha amado e ser foram sem piedade lhe deixado consumida nas lembranças e saudades pungentes e dilacerantes.
A Data Feliz, já aprendera há anos, só acontece quando concebido internamente.
Independentemente de indiferenças de quem já se doou por inteiro, da negra sensação de não ser mais vista, ouvida, de se isolar como uma ilha inabitável, o bom de tudo é que é Natal lá fora e precisa ser dentro dela.





segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Lembranças Natalinas


(foto pessoal  Guarapari- ES)

Castanhas portuguesas  a fazem lembrar do Natal em sua casa, nunca faltaram.
Dava asas à imaginação, quão feliz era ao redor da mesa com avós, tios e primos, os pais a organizarem a Ceia!
Ela sente a mesma alegria de quem era afortunada e nem o tanto sabia.
O espírito de Natal já vem invadindo todo canto e todo espaço dentro do nosso coração.
Mesmo tão cedo ainda para a Data festiva, vive alegremente o cotidiano.





domingo, 21 de dezembro de 2025

Aventura Natalina

(foto pessoal Linhares ES)


No fim do ano, não sabe porque, bate uma nostalgia e um misto de alegria, concomitantemente.

Vêm saudades, sonhos, quimeras, idealizações, enfim, um mundo de coisas inesperadas e, ao mesmo tempo, já conhecidas dela.
Além dos mimos de Natal: anda com seu coração  inteirinho para repartir a Palavra de Deus, poucas peças de roupas e só um par de sapatos, pois, lá, ela se 'despe e anda 'descalça'. 
Tudo é tirado dela, o que não lhe convém, negativismo, falta de criatividade, descontentamento. 
Só tem espaço 'para pouca roupa': Fé, Esperança e Caridade...
Assim, prepara a sua bagagem para o Tempo de Natal do Menino Jesus onde não lhe faltará MUITA vontade de ser e de fazer feliz a todos com quem  vaja se encontrar e felicitar.
Viaja na Aventura de Natal.



sábado, 20 de dezembro de 2025

Carestia de Criança

 

(foto  pessoal)

Era Noite Feliz, esperava o ano todo para a chegada do Natal.
Para ela, a arrumação da árvores que era um galho seco, revestido de algodão para imitar a neve, com bolinhas coloridas extasiantes era o máximo.
Na hora de dormir, a emoção tomava conta do seu coraçãozinho com uma ternura angelical.
Não ia para a cama antes de colocar uma fatia de manjar de coco com ameixas ao papai Noel em quem cria piamente.
Acordava cheia de boa expectativa.
-O que será que ele deixou para mim? Ela pedia sempre boneca.
Antes de olhar o sapatinho na janela, passava pela mesa da sala que ainda estava posta da véspera para o café natalino e averiguava se ele havia comido o doce deixado por ela.
Quando constatava que havia sim, ela suspirava a doce criança inocente.
Dizia muito feliz e risonha:
-Ele comeu sim, o Noel comeu.
Quando fez a primeira Eucaristia, passou a aguardar o Menino Jesus com muita doçura infantil.



Querubins Natalinos

 

(foto pessoal)

Envolta em ternuras, enlevada de ricas doçuras, emocionam-na os anjinhos numa linda sinfonia de carinhos múltiplos.
São criancinhas de duas asas, querubins de novas alvíssaras.
Sente que há fraternidade real entre elas, são seus bem-me-queres diários e especiais.
Mensageiros únicos e bem-amados, enviados do alto como elos perfeitos num mundo de tantos erros no alvo.
Serafins polidores de almas, deitados em nuvens bem calmas festejam a eterna Anunciação, cheios de brilho no coração.
Com flores espirituais, se espera o dia da Noite Feliz, eles também esperam e nos animam um bocado.



sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Natal dos Gnomos


(foto pessoal Anchieta ES)



Numa floresta mágica encantada,  vivia uma família de gnomos muito felizes.

Sempre aguardavam a época Natalina.
Usavam seus trajes bem coloridos, alegres, em tons diferenciados uns dos outros. Fazia, por lá,  muito frio e se protegiam com um chapéu em forma de cone de feltro bem quentinho cobrindo suas orelhas grandes.
Treinavam uma espécie de coral com músicas inusitadas bem animadas.
Preparavam a Grande Noite de forma especial, com direito à  lareira e à fogueira pois a Grande Noite era muito fria.
Eles eram muito fraternos, cuidavam da casinha na floresta com muito esmero e ânimo. 
Os jardins por onde passavam eram bem cuidados num trabalho comunitário onde todos os gnomos tinham sua função peculiar, embora se ajudassem se um tivesse um contratempo eventual. 
Não só flores multicolores ilustravam os jardins, também casinhas de sapo, cogumelos grandes adornavam o local dando uma formosura inigualável. 
Onde viviam, era o lugar ideal para dar vazão aos mais lindos sonhos. 
Era impossível viverem num lugar tão  encantado e colorido de cara fechada e desanimados. 
O rosto de cada um resplandecia uma aura espetacular. Eram, de fato, de bem com a vida.
Todos os dias, à noite, eles acendiam uma fogueira bem quentinha a fim de se aquecerem pois no meio da floresta, rodeada de gigantescas árvores, o frio era de dar calafrio.
Para se alimentarem, gostavam de assar milhos bem tostadinhos, batata doce, aipim, batata baroa. A alimentação era natural. 
As canequinhas personalizadas em tons diferenciados eram cheias de chá quentinho.
Mais se assemelhavam às crianças normais das cidades afastadas da floresta. Tinham rostinhos cobertos na fronte por cabelo ora loiro ora castanho.  Na boca, um sorriso estampado de dar inveja a qualquer sisudo. 
Uma coisa era certa: eles não se separavam jamais. Eram muito unidos.
À noite, a floresta era muito escura e eles não saiam da casinha.
Um belo dia, sentiram que era chegada a hora da grande festa. Nevava lá fora, se abrigaram bem e foram espreitar pelas frestas das árvores gigantescas. 
Viram, pasmos, luzes lá embaixo, ao longe, elas piscavam e  brilhavam muito. Tiveram a certeza de que o Natal estava acontecendo naquele estranho mundo distinto do deles onde não eram vistos e só eles sabiam que os humanos existiam e estavam comemorando como faziam a cada ano na Noite Feliz. 




quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Reflexão de Natal

 




Refletindo no Natal ponho-me na gratidão ao Menino Deus por tantas bênçãos concedidas ao longo deste ano que se brinda e se finda.
Vespertina é a felicidade que desponta em mim por tudo que, uma vez mais, irei presenciar e viver.
Muitas vezes, fui posta como presépio vivo em pleno Natal dando-me a sensação deslumbrante de Páscoa em meu coração.
Na cidade adornada, sou iluminada pelas luzes de neon e pela Luz do Deus Menino irradiando Amor Natalino.





terça-feira, 16 de dezembro de 2025

O Dono da Festa

 

(foto pessoal)

Uma jovenzinha desposada com José, aconteceu que, antes de coabitarem, um anjo do Senhor lhe apareceu e lhe fez um convite especial ao qual ela respondeu com um efusivo sim, mesmo sem entender nada ainda sobre como poderia ser  mãe sem conhecer homem algum.
Houve muita confusão na mente de José, seu noivo, mas outro anjo do Senhor lhe deu tranquilidade para aceitar o que não entenderia em princípio. 
Ambos eram obedientes e não ousavam questionar os Desígnios Divinos.
O dia em que a jovem sentiu as dores do parto, eles estavam rumo a um recenseamento relativo aos costumes da sua região e não havia vaga em nenhuma hospedagem, assim que o único lugar que encontraram foi um estábulo e lá nasceu o Príncipe da Paz.
Dando a nós todos que a comemoração do seu aniversário deveria ser de simplicidade, de humildade e de muito amor, seja quais fossem os que estivessem ao nosso lado quem no caso deles, foram animais em princípio e logo os pastores, pessoas humildes, que foram direcionados por uma linda estrela.
Um nascimento diferenciado que deveria ser um exemplo para todos que se preocupam com festas e roupas novas justamente com muitos comes e bebes sem que o Dono da Festa tenha  a menor importância no meio de nó, em nosso coração, muitas vezes.


Será Natal?

 



Lá fora guerras diversas, o mundo em polvorosa se desfaz, pessoas do bem lutam pela paz eficaz.

Será  Natal do Noel,  do artificial numa festa pagã muito banal  onde seres impiedosos se digladiam.

Com famílias reunidas e prendas ao redor da árvore e do Presépio,  onde o Sagrado era o centro das famílias, 

Entre luxos, ostentação e iguarias,  vamos procurar manter alegrias onde o Amor e a Paz se manifestam.

Será sempre o Natal do Menino, na mesa posta com cardápios variados, ou no sentido mais puro e genuíno, na Simplicidade e Ternura, com Bondade.

Quando será mesmo o Natal?




domingo, 14 de dezembro de 2025

Despertar

 


(foto pessoal Guarapari ES)


Início do ano, diversas energias a rondam as boas para acatar e valorizar e as más, para ser ela despertadas da negatividade e atentar para o que vale a pena.
Os sinos são um símbolo de alegria, de um despertar. O Novo Ano merece ser celebrado, os dias inaugurais são belos, mesmo que tenha no coração motivos tristes para se refugiar nos Braços Divinos a fim de suportar as dores da alma, muitas vezes.
Atrai para seu talismã, seu coração, tudo de melhor que a vida tem ainda para lhe oferecer. Ela deseja, quer e pode ser  mais e merece muito mais.
Na saúde, na vida espiritual, emocional, afetiva, Deus tem preparado bênçãos especiais. Ela crê, ora, confia e espera.
Só coisas boas tem o Onipotente tem reservado para ela e para os que ela ama.
Agradeço por Ele ser como é para todos seus filhos muito amados.
Desperta para o que há de melhor preparado pelo Pai das Misericórdias.
No belém, belém, ela diz amém.


Desilusão

(foto pessoal Emboacica Anchieta Es)


Estranho se sentir em destroços de um dia para o outro, totalmente estragada pela dor, estrebuchada pelo desastre da alma estridente que é uma linda estrela cintilante e fica sem tom algum, assim de repente.

Não diz que do nada, mas do distribuir tanto amor e não servir para nada.
A estrofe do poema do bem viver fica sem rima.
O astral fica desiludido pela insensibilidade alheia.
Um astrólogo poderia entender tal fim, certamente!
Dores imensas estrilavam sutilmente.





sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Certos Olhares


(foto pessoal Emboacica Anchieta ES)

Foram tantas as emoções na estadia de Carnaval na roça no campo, no interior, como se possa chamar o lugar de paz.
Sossego no campo, serenidade no interior. Paz, saúde e amor, por lá, eu acampo.
Dias na roça, bom à beça, acordar, café na cama, fé. Colheita no terreiro, berreiro dos animais, doces caseiros.
Paraíso no interior, lugar cheio de amor. Afugenta toda dor, recanto cheio de flor.
Nos dias de folia, arruaça de amor,
festança no ser.
Certos olhares me recuperam de dias de desolação profunda. São unguento nas feridas da alma.
Fugi das arruaças, refugiei-me junto aos familiares que me restam. Meu padrinho com seus a caminho de noventa e um, é nosso mestre.
Foram dias de regozijo deleite junto à natureza estupenda que por lá resiste às intempéries do mundo, mostrando certos olhares esplendorosos.



quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

O Mundo dos Patos

 

(Foto pessoal Anchieta ES)





Um belo dia, o trabalhador Patinho Quequé disse para a Patinha faceira Quaquá:
- Ah! Eu gosto tanto desta vida assim nossa aqui no Lago Emoção, protegidos de todos perigos, quem me dera nunca secarem as águas deste paraíso!
Respondeu a Patinha Quaquá toda feliz:
- Oh! Meu amor Quéqué, como te amo assim tão carinhoso comigo! Quem nos dera todos os patinhos do mundo inteiro vivessem como nós dois!
Um mundo de belezas naturais envolve a aura dos patinhos felizes.
Quequé era bom de cozinha e ajudava muito sua Quaquá...
Era tanto carinho entre eles que, num dia de céu azul outonal, Quaquá se sentiu cansadinha, mole de corpo e se deitou na relva fresquinha.
Não queria se levantar, de jeito nenhum por mais que o amoroso e meigo Quequé lhe fizesse toda sorte de bicadinhas por suas peninhas brancas e marrons...
Na realidade, ela se sentia caidinha há dias, mas não queria preocupar seu parceiro que era sempre tão feliz.
O patinho todo zeloso pelo estado da sua adorada patinha, já cansado de tanto lhe dar afeição como os animalejos gostam de receber, se deitou ao lado dela e olhou o céu, meditou no modo de ser pato, ficou imaginando o que teria lá nas alturas, se lhe podiam ajudar a levantar sua patinha tão amuadinha, como que sem forças para andar a seu lado para todo canto daquele belo lugar onde viviam e nadar junto dele com encanto, fazer poses com suas asinhas e grasnar repetidamente de tanta felicidade por viverem tão felizes no belo lugar aquático.  Fechou seus olhinhos e adormeceu com uma das asas sobre o corpinho da sua Quaquá tristonha.
Amanheceu, o pato olhou para um lado e para o outro e não  encontrou mais sua amada patinha. 
Sem se desesperar, mas muito comovido, pôs-se a caminhar pelo gramado e foi até à beira do lago.
Que surpresa tão linda ele pode apreciar!
-Vem, Quequé, meu bem-amado, vem ver nossos sete patinhos, Quéroamor, Quérocarinho, QuéroatençãoQuéroesperança, Quérosaúde, Quéropz, Quérofinalfeliz, o último a nascer...
-Oh! Minha flor de manacá, minha doce Quaquá, como estou feliz agora, já temos tudo, então, nada nos falta, minha patinha amada.
Doravante, a patinha exibia seus filhotinhos a cada dia pela redondeza, toda faceira, pois amava cada vez mais seu amado Quequé.
Ele aprovou todos os nomes dos patinhos e ainda disse muito alegremente: 
- Enquanto tivermos um pedacinho da natureza para vivermos e um pouco de  água para nos esbaldarmos, vamos viver com fé que dias ainda melhores virão, minha querida e amada patinha do meu coração.
O patinho Quéroesperança saía todos os dias a esperançar pela redondeza, com o pai todo orgulhoso, aos outros patinhos da região da Emoção... Quaquá brincava, enquanto isso, com seus outros seis filhotinhos...
Então, daquele dia em diante, viveram mais felizes do que nunca, juntinhos foram mais fortes e ainda ajudavam muito os patinhos que viviam sozinhos, sem família, deixavam que filhotinho Quérofinalfeliz visitá-los sempre. para que não desanimassem, pois naqueles dias em que nasceram tantos patinhos felizes.
O mundo passava por  um grande confinamento e a tristeza abatia, dia após dias, muitos dos corações, sobretudo dos que viviam sozinhos, sem seus familiares por perto. 
Era preciso muita compreensão com os patinhos solitários que lutavam para não caírem numa tristeza mortal.



Travessia Confiável

  (foto pessoal Petrópolis RJ) A travessa a ponte do seu viver, encontra pontes falsas, pensando serem de bosques encantados. C aiu na tramp...