Vai pôr a mesa para o Novo Ano.
Almejava o tal estado de ânimo feliz, olhava para dentro do seu âmago.
Havia descoberto um segredo sobre como ser realizada solitariamente.
Quem a acompanhava, ocasionalmente, era um acréscimo especial em seus dias.
Com as festas de final de ano, a alegria interior afervorava.
Família reunida era felicidade infinita. Nada mais ela almejava.
Só agradecia ao Sagrado por permanecer viva.
Primava pela vida saudável, sempre abastecia sua cesta de frutas com as preferidas da época sempre semanalmente e as demais para não compactuar com a inflação que está assustadora.
Gostava muito de kiwi, morango, pitaia, fruta de conde, jaca, ameixa, pera, uva, goiaba, melão e outras mais.
As frutas tropicais são doces, bem suculentas e variadas o que lhe apetecia ao paladar apurado.
No Outono, lhe aguçava ainda mais degustar as saborosas delícias saborosas.
Seu esposo, animado com a preferência da esposa, resolveu fazer um pequeno pomar no quintal de sua casa para agradar com esmero à sua querida.
Foram dias de dedicação em torno dos canteiros bem construídos, com espaço suficiente para umas frutas que levam menos tempo para se reproduzirem e as demais que precisam de maior espaço continuaria ao encargo do hort fruit.
Já estavam com mais de setenta anos e com a saúde equilibrada pelo hábito salutar que tinham desde a juventude de cada um.
A vida requer trato e as vitaminas das frutas dispensam, muitas vezes, remédios farmacêuticos.
Uma certa vez, na História da humanidade, num jeito muito inusitado de revelar seu Amor, o Deus Eterno enviou seu filho amado, para nos salvar e nos dar paz.
Deus "abaixou-se" numa Manjedoura, num estábulo, lugar sujo, cheio de animais e esterco, mas rodeado de anjos, pastores marginalizados da sociedade e seus pais.
Quebrou paradigmas inúmeros desde a sua concepção.
Nasceu numas circunstâncias desfavoráveis, na simplicidade Ele quis nascer.
Os Reis sempre atentos às verdades da vida, guiados por uma Estrela, encontraram o Amor.
O Bom Menino vem docemente até nós sem merecermos tal Presente de Amor.
Desde então, o Amor está entre nós e o procuramos fora de nós em aventuras passageiras, em busca desenfreada pelo material, muitas vezes machucando frágeis corações, num egoísmo imperioso.
Como estamos distantes do Amor divino apesar de falarmos dele muitas vezes (de boca para fora, não de coração para dentro).
Que ao contemplarmos o Nascimento do Menino Deus, nos convertamos ao Deus de Belém, de Nazaré, o verdadeiro que veio ao mundo para nós salvar de todo mal que há
em nós!
Assim, a História se complete em nós e por nós.
No fim do ano, não sabe porque, bate uma nostalgia e um misto de alegria, concomitantemente.
Numa floresta mágica encantada, vivia uma família de gnomos muito felizes.
Lá fora guerras diversas, o mundo em polvorosa se desfaz, pessoas do bem lutam pela paz eficaz.
Será Natal do Noel, do artificial numa festa pagã muito banal onde seres impiedosos se digladiam.
Com famílias reunidas e prendas ao redor da árvore e do Presépio, onde o Sagrado era o centro das famílias,
Entre luxos, ostentação e iguarias, vamos procurar manter alegrias onde o Amor e a Paz se manifestam.
Será sempre o Natal do Menino, na mesa posta com cardápios variados, ou no sentido mais puro e genuíno, na Simplicidade e Ternura, com Bondade.
Estranho se sentir em destroços de um dia para o outro, totalmente estragada pela dor, estrebuchada pelo desastre da alma estridente que é uma linda estrela cintilante e fica sem tom algum, assim de repente.
(foto pessoal Petrópolis RJ) A travessa a ponte do seu viver, encontra pontes falsas, pensando serem de bosques encantados. C aiu na tramp...